sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Uma observação Crítica do documentário: "Pro dia nascer feliz". Vitor Pignaton Acerbi

O documentário “pro dia nascer feliz” retrata a vida escolar de alguns estudantes que vivem em diferentes cidades do Brasil. O documentário busca tornar evidente os problemas existentes na educação brasileira.
Percebe-se que os professores não aparecem no filme com a mesma importância, alguns são secundários, acho que o autor optou fazer dessa forma para ressaltar a importância de opinião de alguns professores que são entrevistados. É apresentado que os professores buscam avaliar os alunos como tem que ser, porem, toda sua avaliação é perdida ao final quando lhes é obrigado a aprovar um aluno que reprovou por falta ou por nota ou pelos dois motivos. É apresentado o que muitos já sabem, a total desvalorização dos professores por alguns alunos e também pela sociedade, pelo “Estado”. Alguns professores buscam estabelecer boas relações com seus alunos, sendo que alguns fazem isso pra evitar serem destratados pelo corpo de alunos.
O estado quer “pregar” que professor é professor em qualquer lugar, porem não deve ser assim. Temos que ter locais apropriados para o aluno aprender, para o professor ensinar. O documentário mostra que em alguns lugares no Brasil como em pequenas cidades do nordeste, existem escolas que não tem o mínimo de estrutura básica para permitir que o aluno seja educado.
É claro que a realidade influencia massivamente na determinação do sujeito. Como dizer que o aluno que vive num bairro de classe media que estuda numa escola particular tem as mesmas condições de aprendizado do outro que mora na periferia, que é pobre, que estuda na escola que faltam professores, com o aluno que tem que trabalhar pra comer e ainda ir para escola pra tentar aprender algo? Simplesmente é impossível estabelecer essa comparação! Exceções existem de um ou outro aluno de escola publica conseguir ir para uma universidade, porem sabemos que a tratativa que o governo tem para com estes problemas é: Aprovar os alunos nas escolas e depois criar cotas para eles entrarem nas faculdades, ou seja, não resolve o problema.

Os professores são totalmente influenciados por tudo isso. Se os “superiores” deles só querem seguir as ordem que lhe são passadas, então alguns professores decidem também por não dar a mínima para o ensino, faltar aulas, por que eles sabem que no final das contas, a maioria dos alunos não está se importando com a educação e que o estado, que são seus respectivos chefes, não está se importando nada com a qualidade do ensino deles, o que eles simplesmente querem é resultados, é produção, é aprovação no ensino. Afinal o governo mostra gráficos em propagandas eleitorais, e estes gráficos são montados por números, e pra se ter números grandes, tem-se que aprovar muito, e isso é uma total banalização do ensino.    

Vitor Pignaton Acerbi

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Método alternativo de obter gasolina! Vitor Pignaton Acerbi

Empresa britânica faz combustível a partir de ar e água


Atualizado em 20 de outubro, 2012 - 07:51 (Brasília) 10:51 GMT
     
Carro abastecendo (Foto PA)
Nova gasolina? Técnica permitiria 'reciclar' gás carbônico
Uma pequena empresa britânica anunciou ter desenvolvido uma tecnologia que, na visão de seus entusiastas, poderia ajudar a amenizar de uma só vez a crise energética provocada pelos altos preços do petróleo e o problema do aquecimento global.
Segundo a Air Fuel Synthesis, com sede no norte da Grã-Bretanha, seus cientistas e pesquisadores conseguiram produzir combustível a partir de ar e água. Mais precisamente, a partir de hidrogênio extraído de vapor d'água e gás carbônico - substância que costuma ser responsabilizada pelas mudanças climáticas.
Bom demais para ser verdade?
A novidade atraiu a atenção da imprensa britânica, principalmente depois de ter sido respaldada pela sociedade de engenheiros Institution of Mechanical Engineers, de Londres.
"Cientistas transformaram ar em combustível", anunciou o jornal Independent em sua manchete de hoje. Citando especialistas britânicos, o Daily Telegraph classificou a descoberta como "revolucionária". Para o tabloide Daily Mail, ela "promete resolver a crise energética global."
A tecnologia envolvida nesse processo não é inteiramente nova. Ela já vinha sendo pesquisada por laboratórios de diversos países, entre eles o Centro de Tecnologia Industrial Tokushima, no Japão, e o Centro de Estudos de Materiais Freiburg, na Alemanha.
Basicamente, consiste em extrair dióxido de carbono do ar e hidrogênio do vapor d'água (por eletrólise) e, em seguida, combinar as duas substâncias em uma câmera de alta temperatura.
O processo produz metanol, que é então processado para virar combustível.

Entusiastas e céticos


Os resultados da Air Fuel Synthesis, porém, chamaram a atenção porque a empresa conseguiu criar um pequeno protótipo de refinaria no qual a produção é feita de forma constante. E, com isso, produziu desde agosto cinco litros de combustível.
Agora, ela está começando a construir uma instalação maior com a intenção de produzir, em dois anos, uma tonelada dessa gasolina por dia. E segundo o diretor da empresa, Peter Harrison, a ideia é erguer, em até 15 anos uma refinaria em escala comercial.
"Podemos mudar a economia de um país permitindo que ele produza seu próprio combustível", explicou Harrisson ao Independent o diretor da Air Fuel Synthesis.
Mas nem todos estão tão entusiasmados com a iniciativa. O engenheiro químico e especialista em energia limpa Paul Fennell, do Imperial College London, é um dos céticos.
Ele explica que, para levar adiante o processo de produção de combustível a partir de dióxido de carbono e vapor d'água é preciso gastar uma grande quantidade de energia elétrica.
"Trata-se de um processo custoso e haveria formas melhores para usar essa energia", opinou Fennell em entrevista à BBC Brasil.
Para ele, faria mais sentido, do ponto de vista de eficiência energética, usar a energia elétrica diretamente - e apostar no desenvolvimento de outras formas de transporte movidas a eletricidade.
"A ideia de desenvolver uma nova técnica para criar combustível líquido à primeira vista é muito atraente porque não exige uma mudança das estruturas e sistemas de transporte usados hoje", afirma Fennell. "Mas isso não quer dizer que essa opção seja a mais eficiente nem a mais limpa - afinal, quando o novo combustível é queimado os poluentes voltam para a atmosfera."
Segundo Harrison, o objetivo da empresa por enquanto não é ampliar a eficiência do processo de produção de combustível a partir de dióxido de carbono, mas provar um princípio.
"Queremos mostrar que aqui na Grã-Bretanha é possível produzir petróleo a partir de ar", disse. "Esses processos são capazes de funcionar em escala industrial. Mas teremos trabalho para desenvolver as cadeias de suprimento e reduzir os custos", admitiu.

segue link do video: https://www.youtube.com/watch?v=ksy3I8o9Hfc&noredirect=1

Partiu para o mundo psicodélico da Química


Química...Também é divertida!!!


Boa Tarde!!! Começando no Estágio 1...

Uma boa tarde a todos, aqui estamos, Vitor Pignaton Acerbi e Lucas Melo, criadores deste blog, com intuito de compartilhar com todos as vivencias em sala de aula realizadas de acordo com a disciplina de Estágio Supervisionado 1.